O Mercadão de São Paulo fica em na região central, próximo a rua 25 de março. Diferente da região de onde se encontra, o lugar é de certa forma elitizado (ou quase). 
Ao entrar no espaço nos deparamos com uma muvuca de barracas e mercearias, todas vendendo frutas de excelente qualidade e muitas vezes exóticas (algumas coisas só encontramos por lá). 
Mas esse espaço tem uma atração a parte: o sanduíche de mortadela. Pensa em um lanche gigante e delicioso. Somente ao comer você descobre o motivo desse sanduíche ser tão famoso. Quase todas as lanchonetes do espaço vendem esse prato, porém a mais tradicional fica no segundo piso. Vá com paciência, pois é sempre muito lotado. Outra dica: se for em duas pessoas, compre somente um e divida-o, pois é grande e grosso.
Vale muito a pena a visita! Eu e o meu amigo Rodrigo ADORAMOS! :)

O Mercadão de São Paulo fica em na região central, próximo a rua 25 de março. Diferente da região de onde se encontra, o lugar é de certa forma elitizado (ou quase). 

Ao entrar no espaço nos deparamos com uma muvuca de barracas e mercearias, todas vendendo frutas de excelente qualidade e muitas vezes exóticas (algumas coisas só encontramos por lá). 

Mas esse espaço tem uma atração a parte: o sanduíche de mortadela. Pensa em um lanche gigante e delicioso. Somente ao comer você descobre o motivo desse sanduíche ser tão famoso. Quase todas as lanchonetes do espaço vendem esse prato, porém a mais tradicional fica no segundo piso. Vá com paciência, pois é sempre muito lotado. Outra dica: se for em duas pessoas, compre somente um e divida-o, pois é grande e grosso.

Vale muito a pena a visita! Eu e o meu amigo Rodrigo ADORAMOS! :)

Pichação encontrada em um muro da rua Augusta. Temas polêmicos estampam as paredes da cidade, como um grito de agonia, clemência por debates, por um país livre de preconceitos e tabus religiosos, por um útero livre. 
Mas e a vida que ali dentro está, que ainda não tem poder de escolha e decisão? Como devemos proceder?
Acho a legalização do aborto válida em casos de “violência sexual" e "fetos anencéfalos”, sempre no início da gestação, pois aquele serzinho ainda não existe, temos somente uma pelotinha, uma semente, que em meses originará uma vida. Acho que cabe a mulher decidir se irá gerar essa vida ou não.
Nos demais casos, acho inadmissível. Com tantos métodos contraceptivos, ainda existe a necessidade do aborto? Por favor, responsabilidade na cabeça dessas mulheres (e homens também)! 
Enfim, essa é a minha opinião. E vocês, o que pensam sobre esse tema? 

Pichação encontrada em um muro da rua Augusta. Temas polêmicos estampam as paredes da cidade, como um grito de agonia, clemência por debates, por um país livre de preconceitos e tabus religiosos, por um útero livre

Mas e a vida que ali dentro está, que ainda não tem poder de escolha e decisão? Como devemos proceder?

Acho a legalização do aborto válida em casos de “violência sexual" e "fetos anencéfalos”, sempre no início da gestação, pois aquele serzinho ainda não existe, temos somente uma pelotinha, uma semente, que em meses originará uma vida. Acho que cabe a mulher decidir se irá gerar essa vida ou não.

Nos demais casos, acho inadmissível. Com tantos métodos contraceptivos, ainda existe a necessidade do aborto? Por favor, responsabilidade na cabeça dessas mulheres (e homens também)! 

Enfim, essa é a minha opinião. E vocês, o que pensam sobre esse tema? 

Zombie Walk: A Marcha dos Mortos Vivos em São Paulo

Todo dia 02 de novembro, acontece em São Paulo (em outras cidades também), a Zombie Walk. É basicamente uma caminhada com um monte de doidos vestidos de zumbis. O objetivo? Nenhum. É uma reunião dos fãs de filmes de terror em uma divertida “festa” ao ar livre. Esse ano (assim como em 2012), o evento aconteceu no centro, tendo início em frente ao Teatro Municipal. A marcha surgiu na Califórnia em 2001, e desde 2006 vem sendo feito anualmente em nossa cidade.

Foi tudo de bom!

Confiram as fotos:

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Sim, o tinhoso estava lá.

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Samara veio te buscar.

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Já que estamos falando sobre a rua Amaral Gurgel e o minhocão, vai uma pichação que encontrei por lá. 
Já que o estado que se diz, não é, o cu de alguém em São Paulo é Laico. Viva a laicidade anal, viva a (pseudo) democracia!
A Pessoa que fez essa “obra de arte” só deveria se preocupar mais com o lugar onde vive e parar de depredar o patrimônio público. Sem vandalismo, por favor!

Já que estamos falando sobre a rua Amaral Gurgel e o minhocão, vai uma pichação que encontrei por lá. 

Já que o estado que se diz, não é, o cu de alguém em São Paulo é Laico. Viva a laicidade anal, viva a (pseudo) democracia!

A Pessoa que fez essa “obra de arte” só deveria se preocupar mais com o lugar onde vive e parar de depredar o patrimônio público. Sem vandalismo, por favor!

A fotógrafa Raquel Brust iniciou o projeto Giganto, instalando imagens  hiperdimensionadas em algumas colunas do famoso Minhocão.

O projeto busca uma fotografia ativa, onde obra e expectador se confundem. Os personagens retratados são os próprios moradores da região, onde a potência dos olhares de cada um desses retrata a identidade daquele lugar.

Transformar pessoas comuns em gigantes, celebridades cotidianas; revelando intimidades e presando pela valorização do indivíduo e da comunidade local. A paisagem é alterada e a arte é inserida no cotidiano da cidade, o que democratiza o acesso à cultura.

Confira mais fotos no site do projeto.

Protestar Pela Educação é Crime!

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Sinceramente, não estou muito a par do que está acontecendo nos protestos organizados para reivindicar por uma educação menos bosta de qualidade, mas, ao sair do metrô hoje a noite e me deparar com tal cena, me veio na cabeça a seguinte questão: por que a polícia militar só aparece em manifestações que lutam por causas nobre e não nos protege contra o crime organizado? Vivemos em um período que lutar por direitos básicos virou crime.

Estamos tão vulneráveis o tempo todo e a polícia não se manifesta. Semana passada um amigo foi assaltado a mão armada, sim, apontaram uma arma para a cabeça do rapaz. O que a polícia fez? Nada. Só aparecem quando exigimos, por exemplo, uma educação de qualidade.

O Brasil ainda tem muito o que evoluir, pois vivemos em uma sociedade de valores invertidos e de conformismos múltiplos. O bom é que sempre temos uma minoria barulhenta que faz a diferença.

Oremos por um país mais justo. Oremos o caralho. Vamos para as ruas!